Atirador Mirim: Projeto atende 60 crianças em vulnerabilidade social

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O projeto Atirador Mirim atende 60 crianças e adolescentes com idades entre 9 a 14 anos. As atividades iniciadas no dia 18 de maio serão realizadas até o mês de outubro, com formatura e entrega de certificados ao final do ano de instrução. Dez alunos remanescentes, de anos anteriores, auxiliam os 60 novos alunos que são formados por 40 meninos e 20 meninas. 
Vale lembrar que, neste ano, sete atiradores mirins são da cidade de Arco-íris que demonstraram interesse em participar das atividades. 
No último final de semana, os atiradores mirins já receberam as primeiras instruções dos alunos mais velhos. O trânsito foi interditado na Avenida Tapuias, entre as ruas Coroados e Bororós, para garantir a segurança dos alunos.
O 1º sargento Juarez da Silva Nunes explicou que os atiradores mirins recebem instruções sobre civismo e cidadania, noções básicas de ordem unida, noções de primeiros socorros, combate e prevenção a incêndio, educação no trânsito, educação ambiental e antidrogas,  passeios e visitações a órgãos públicos e privados do município. “O foco principal são os valores positivos relacionados à família, aos estudos, saúde física e mental, o respeito ao patrimônio público, às pessoas de modo geral e às leis”, afirmou.
Nunes destacou que o projeto busca aproximar a população da instituição militar e atender crianças provenientes do ensino público municipal e estadual, seja em circunstâncias de especiais necessidades ou vulnerabilidade social, para integrá-las ao contexto social comunitário,  prevenindo-as para que não venham a se envolver em ações delinquentes e ajudando-as a se tornarem futuros cidadãos, conscientes de seus direitos e deveres. 
Vale lembrar que o projeto é mantido com a colaboração dos pais e de voluntários. O sargento disse que interessados podem participar das ações, com doações voluntárias, tornando-se  padrinhos ou  madrinhas  do projeto. “Precisamos e contamos com o apoio da comunidade para apoiar o projeto. Precisamos de padrinhos e madrinhas que possam colaborar com o valor de R$ 300,00 por atirador”, afirmou.
O processo de seleção dos candidatos foi realizado por diretores de escolas municipais e estaduais, escolhendo os alunos que se encontram em situação de vulnerabilidade social ou familiar e necessitam de acompanhamento.

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