Gás de cozinha tem aumento de 5%

Economia


O preço do botijão de gás de cozinha (13 quilos) aumentou, em média, cerca de 5,35% em Tupã. E não é somente o preço do produto que apresentou aumento. Com a chegada das temperaturas mais baixas, estima-se um aumento de cerca de 15% no consumo do gás de cozinha utilizado no preparo de alimentos quentes, como sopas, caldos e massas, entre outros.
Em uma revendedora de gás, o preço do botijão de gás de cozinha passou de R$ 55,00 para R$ 57,00, para pagamento à vista. O preço do produto teve um reajuste de 3,7%. A venda do botijão de gás à vista, para entrega, custa R$ 60,00. Nessa revendedora, o preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos comercializado no preço a prazo aumentou cerca de 7,2%, passando de R$ 70,00 para R$ 75,00.
Em uma outra revendedora de gás de cozinha, o preço do produto aumentou 7%. O botijão de gás de 13 quilos que custava R$ 58,00 no preço à vista, custa agora R$ 62,00, para retirada na loja. Até o momento, a empresa não reajustou o preço do produto comercializado a prazo. O botijão de gás de cozinha é vendido a R$ 74,00 a prazo, tanto na entrega, quanto na retirada na loja.

Petrobras

A diretoria executiva da Petrobras aprovou uma nova política de preços para a comercialização às distribuidoras de gás liquefeito de petróleo, comercializado em botijões de até 13 quilos e de uso residencial (GLP-P13).
O novo modelo foi definido com base na resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que “reconhece como de interesse para a política energética nacional a comercialização, por produtor ou importador, de gás liquefeito de petróleo (GLP), destinado exclusivamente a uso doméstico em recipientes transportáveis de capacidade de até 13 kg, a preços diferenciados e inferiores aos praticados para os demais usos ou acondicionados em recipientes de outras capacidades”, destacou a estatal em nota.
O preço final às distribuidoras será formado pela média mensal das cotações do butano e do propano no mercado europeu (“Butane NWE CIF ARA”e “Propane NWE CIF ARA”) convertida em reais pela média diária das cotações de venda do dólar, conforme divulgada pelo Banco Central, acrescida de uma margem de 5%.
As correções de preços terão vigência a partir do dia 5 de cada mês. Antes, o reajuste era anual e ocorria normalmente em setembro.
A aplicação da nova fórmula de preços para o GLP-P13 implicará em aumento médio nas refinarias de 6,7% no produto este mês. O preço final ao consumidor pode ou não refletir o ajuste feito nas refinarias. Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e revendedores, uma vez que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados.
Na composição de preços ao consumidor, a Petrobras responde por cerca de 25% do valor final, outros 20% são tributos e o restante do preço é composto por distribuição e revenda (55%).  O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados pela Petrobras sem incidência de tributos.

Vale lembrar que o último reajuste no preço de GLP-P13 aplicado pela Petrobras ocorreu em 21 de março deste ano.

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