IBGE prevê safra 4,4% inferior à de 2017

Economia


A quarta estimativa de 2018 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totalizou 230,0 milhões de toneladas, 4,4% inferior à de 2017 (240,6 milhões de toneladas), uma redução de 10,6 milhões de toneladas. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Os últimos dados do IBGE, para a safra de cereais, leguminosas e oleaginosas em Tupã são do ano de 2016 e destacam um aumento médio de 60% na produção de seis produtos, em relação ao ano de 2015. Vale lembrar que, no ano de 2016, não houve aumento na produção de arroz, feijão e milho. As altas foram para a produção de amendoim, mandioca e  soja. 
A produção de soja aumentou em 200%, no ano de 2016, com produção de 720 toneladas; amendoim, 133% e produção de 42 mil toneladas; e mandioca, 28,50% e produção de 27,5 mil toneladas. 
A produção de  soja, no ano de 2016, teve custo de R$ 906 mil (alta de 280,67%); amendoim, R$ 82,4 milhões (alta de 236%); e mandioca, R$ 9,6 milhões (190,90%).
No ano de 2016, não houve produção de feijão em Tupã; a produção do milho em 2016, foi a mesma em 2017, com 3,2 mil toneladas; e arroz, 25 toneladas. A produção de milho não aumentou, mas teve custo de R$ 2,6 milhões (alta de 36,84% em relação à safra de 2015). A produção de arroz, que também não aumentou, teve custo de R$ 46 mil (alta de 130% no valor da produção).
 
Safra nacional
 
A estimativa da área a ser colhida no País foi de 61,2 milhões de hectares, acréscimo de apenas 28.739 hectares (ou 0,0%) frente à área colhida em 2017. Em relação à estimativa de março (229,3 milhões de toneladas), a produção aumentou 0,3%, ou 712.428 toneladas, e a área caiu 0,1% ou 45.024 hectares. Somados, o arroz, o milho e a soja são 92,9% da estimativa da produção e 87,0% da área a ser colhida.
Em relação a 2017, houve alta de 2,6% na área da soja e reduções de 7,3% na área do milho e de 3,5% na área de arroz. Já a produção de soja deve alcançar seu recorde histórico com 115,6 milhões de toneladas, 0,6% maior que no ano passado, enquanto milho e arroz devem cair 13,0% e 6,8%, respectivamente.

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