Macrodrenagem Obras continuam dependendo de aprovação da Caixa Federal

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O ano está acabando e a Prefeitura de Tupã esperando aprovação da Caixa Econômica Federal, da cidade de Presidente Prudente, para retomar as obras de macrodrenagem, iniciadas em Tupã há cerca de oito anos. “Estamos na dependência dessa aprovação dos projetos, para abrirmos a licitação”, disse o prefeito José Ricardo Raymundo (PV). “Fizemos o projeto e levantamos todas as documentações necessárias”, acrescentou. 
Raymundo disse que a prefeitura regularizou a documentação do projeto solicitada pela agência desde o mês de março. “As obras terão que ser iniciadas neste ano, para serem concluídas no ano que vem”, salientou.
Segundo o prefeito, a previsão é que as obras sejam concluídas em até cinco meses após o início dos trabalhos, se não houver chuva.
A obra que foi iniciada por administrações passadas, possui vários erros, segundo explicou o prefeito. “Já mandamos vídeos das chuvas em Tupã para o pessoal da Caixa analisar a situação em que se encontra a cidade. Na Avenida Tamoios, por exemplo, as galerias foram colocadas de forma errada”, observou.
Raymundo disse que o valor das obras será definido apenas com a abertura da licitação. “A estimativa é de que a contrapartida da prefeitura seja de R$ 3 a R$ 5 milhões”, afirmou.
 
Vale destacar que o custo da obra é de cerca de R$ 13 milhões. Estima-se que, até o momento, a Prefeitura de Tupã tenha investido cerca de R$ 14 milhões nas obras. Caso a prefeitura não consiga terminar as obras neste ano, os recursos de cerca de R$ 30 milhões deverão ser devolvidos ao governo federal.
Perdas
Moradores que residem principalmente no trecho inacabado de canalização do Córrego Afonso XIII, de cerca de 180 metros, localizado entre as ruas Francisco Turra e Manoel Ferreira Damião, são os principais prejudicados com a inércia do poder público. Um casal de idosos teve sua casa afetada pelas chuvas em outubro de 2015. Moradores da Rua Francisco Turra também reclamam da presença de infiltrações em suas casas e os novos riscos de desabamento de seus quintais, com a paralisação das obras de macrodrenagem, aos fundos de suas residências.
A paralisação das obras compromete ainda mais o braço esquerdo do leito do córrego, com o acúmulo de dejetos e a formação de assoreamento. Com a volta das chuvas, parte da estrutura de concreto instalada para a canalização já desabou.

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