Malha ferroviária: Reativação está cada vez mais difícil

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O TCU (Tribunal de Contas da União) ainda não emitiu parecer sobre a reativação da malha ferroviária, no trecho de 350 quilômetros entre os municípios de Bauru a Panorama, que aguarda há cerca de dois anos pela renovação antecipada.
Segundo informações da empresa Rumo Logística, a renovação antecipada dos contratos de concessão  seria a melhor alternativa para garantir investimentos constantes e com benefícios perenes no modal ferroviário.  
A prorrogação da Malha Paulista viabilizará até o ano de 2058 R$ 6 bilhões em investimentos, elevando a capacidade de transporte entre Rondonópolis/MT e Santos/SP dos atuais 30 milhões de toneladas por ano para 75 milhões de toneladas por ano. “Ou seja, o crescimento da capacidade será de 150%”, afirmou a empresa.
O aporte da renovação será direcionado a duplicações de trechos, modernização das vias, ampliações de pátios e obras diversas que reduzirão os impactos urbanos nas cidades por onde os trilhos passam. O projeto prevê a reativação do ramal Pradópolis/Barretos/Colômbia.
As questões burocráticas que envolvem o processo atrasam o início das obras, o que faz parte da população desacreditar na reativação da malha ferroviária na região.  A linha férrea já não recebe manutenção e isso exigirá novos investimentos caso a reativação do ramal realmente aconteça, o que pode demorar ainda muitos anos.

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