Negociações: Impacto do reajuste terá nova análise

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Um apontamento do TCESP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) poderá dificultar ainda mais as negociações entre a Prefeitura de Tupã e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. 
Os servidores mantêm negociações com a prefeitura há cerca de três meses, em busca de reajuste salarial e melhoria na cessão de benefícios. A data-base da categoria é dia 1º de abril, data em que oficialmente as negociações deveriam ser concluídas. 
Ainda na administração do então prefeito José Ricardo Raymundo (PV), os servidores encontraram dificuldades para negociar o reajuste salarial. Durante atendimento no setor de recursos humanos da prefeitura, um dos servidores quebrou a maçaneta de uma porta depois de uma negativa da administração. Após ser nomeado prefeito, Caio Aoqui reúne sua nova equipe econômica para tentar um novo acordo com os servidores. 

Segundo o prefeito Caio Aoqui, o TCESP apontou gastos da Prefeitura de Tupã  acima do limite de 54% do orçamento.  “Vamos ter que reavaliar tudo. Nesse patamar, inviabiliza muitas situações”, salientou.
Ainda hoje, Aoqui reunirá sua equipe econômica e jurídica para reavaliar o impacto financeiro das negociações.  “Depois disso, vamos marcar uma reunião oficial entre a prefeitura e  o sindicato”, salientou. 
Após analisar o impacto financeiro das negociações com o sindicato, a prefeitura terá melhores condições para executar a nova reforma administrativa.

Proposta
A gestão anterior ofereceu aos servidores que recebem acima de R$ 3.140,00, reajuste salarial de 3,75%, para compensar a inflação do ano passado.
Os servidores que recebem de R$ 982,00 a R$ 3.140,00 teriam reajuste salarial de 5,75%, referente à correção de 3,75% da inflação e aumento real de 2%. A proposta não foi aceita pelo sindicato, que agora terá que esperar uma melhor oportunidade para definir o assunto.
A administração anterior ofereceu ainda benefício de assiduidade em R$ 8,20 e vale-alimentação de R$ 316,00, com aumento de 12% e 13%, respectivamente. O sindicato apresentou, porém, contraproposta de R$ 330,00 para o vale-alimentação e R$ 9,00 no benefício da assiduidade.
O então secretário Municipal de Administração, Sillas Reinato Ferrão, na época disse que a prefeitura teria atingido o limite de gastos com a folha de pagamento, o que impedia a concessão de um reajuste salarial maior.

Reforma 
administrativa
O prefeito Caio Aoqui ainda mantém seu projeto de viabilizar uma reforma administrativa na prefeitura. Mesmo com negativas de convidados a assumirem cargos em seu secretariado, Aoqui busca novos nomes para compor o primeiro escalão. Ele ainda não definiu seu novo secretariado, mas ainda hoje é possível que outros dois secretários sejam exonerados da prefeitura.

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