Sindigás corrige reajuste do GLP residencial

Economia


Rio (AE) - O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) afirmou que a queda do preço do GLP residencial (gás de cozinha), divulgado nesta quarta-feira, 4, pela Petrobras, faz o valor praticado no mercado interno ficar 2,2% acima da paridade internacional. Segundo correção feita pelo Sindigás, o reajuste oscilará entre menos 5,1% e menos 3,7% (e não menos 3,6%, como divulgado anteriormente) nas refinarias, a partir de hoje, de acordo com o polo de suprimento. 
A Petrobras anunciou ontem a queda média de 4,4% do GLP residencial, para R$ 22,13, a partir de hoje nas refinarias. O ajuste do produto passou a ser trimestral em janeiro, para reduzir a transferência de volatilidade do mercado internacional para o bolso do brasileiro.

O Sindigás informou ainda que o GLP empresarial está 41,8% acima do preço das embalagens de 13 quilos (GLP 13kg), uma crítica frequente da entidade, que alega que os dois combustíveis têm a mesma molécula e, portanto, deveriam ter custo semelhante.
Gasolina e diesel
A Petrobras anunciou também ontem, quarta-feira, 4, que o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias cairá 0,8% para R$ 1,6448, de R$ 1,6581. O valor médio nacional do litro do diesel A, por sua vez, terá alta de 0,6% para R$ 1,8696, ante R$ 1,8578 do dia anterior. 
Os novos valores entram em vigor a partir de hoje, quinta-feira, 5.
A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho de 2017. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

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