Zona Azul: Retomada do serviço só com nova licitação

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2/7/2020 - Depois de quase três meses da paralisação dos atendimentos realizados pelo projeto da Zona Azul, com a venda de bilhetes de estacionamento rotativo na região central da cidade, o presidente da Legião Mirim, Diego Saia, disse que ainda não existe previsão de quando esse serviço será retomado. “Ainda não temos novidades ou decisões sobre esse assunto, infelizmente”, disse.

Mesmo com a retomada gradual do comércio, a entidade não possui expectativas positivas em relação ao retorno das atividades, devido ao atual cenário da economia local, que não é dos mais animadores para novos investimentos, ampliando gastos com a recontratação de funcionários. Vale lembrar que o contrato da Prefeitura de Tupã com a entidade termina no mês de dezembro.

A prefeitura ainda não informou se pretende rescindir o contrato com a Legião Mirim, para contratar uma outra entidade que seria responsável pela continuidade do atendimento.
A entidade explicou que precisaria de tempo para se reestruturar e se organizar, para realizar as novas contratações, com a previsão de retomar os trabalhos entre os meses de agosto ou setembro. Devido a essas condições, a previsão é que a entidade mantenha o projeto inativo, até que uma nova situação se defina. Uma solução seria a abertura de uma nova concorrência, o que daria mais garantias para quem for gerir o sistema.
Vale lembrar que, no começo da pandemia, cerca de 60 colaboradores da Legião Mirim foram desligados da entidade, mas as ruas ainda permanecem com as guias das ruas centrais demarcadas na cor azul. As placas informativas que exigem o uso dos bilhetes também estão expostas na cidade. Se com os atendimentos já era difícil encontrar uma vaga de estacionamento na região central da cidade, com o fim dos trabalhos os motoristas possuem ainda mais dificuldades, já que não há tempo mínimo para estacionar seus veículos nas áreas demarcadas e sem fiscalização.

Despesas
A Zona Azul vinha sofrendo com constantes baixas financeiras desde a decisão judicial, ocorrida no ano de 2017, que proibiu o trabalho de menores aprendizes no projeto, por se tratar de um atendimento inadequado para adolescentes, com exposição ao trânsito e possível riscos de acidentes.

Desde então, a Legião Mirim passou a contratar funcionários maiores de 18 anos para trabalhar no projeto, o que aumentou os custos da entidade com novos encargos trabalhistas.
Outro fator que tem prejudicado a entidade é a falta de conscientização de muitos motoristas que estacionam seus veículos nas áreas demarcadas em azul, mas sem adquirir os bilhetes de estacionamento rotativo.

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