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28/11/2025 - Os corpos de três dos sete presos mortos em um incêndio na Penitenciária de Marília foram sepultados ontem (27). As vítimas morreram intoxicadas após um detento atear fogo nos próprios pertences dentro da cela, na terça-feira (25).
Uma das vítimas, Wender Felipe Maciel, de 25 anos, foi velada e enterrada às 10h no Cemitério Municipal de Ourinhos. Ele era natural de Canitar, cidade vizinha.
Caio Vinicius Oliveira, também de 25 anos, foi sepultado ontem, às 14h, no Cemitério da Saudade, em Lins.
Já Matheus Gregório da Silva, de 22 anos, foi enterrado às 11h de ontem no Cemitério Jardim Vale da Paz, em Diadema. Ele é a vítima mais jovem entre os mortos.
Os corpos das outras quatro vítimas do incêndio já foram liberados do Instituto Médico Legal (IML) de Marília para os familiares. Ainda não há informações sobre o sepultamento delas.
Os detentos mortos: Matheus Gregorio Da Silva, 22 anos; Wallace Ferreira Dos Reis, 22 anos; Wender Felipe Maciel, 25 anos; Thiago Nascimento De Oliveira, 25 anos; Caio Vinicius Oliveira, 25 anos; Doildo Diego Pires, 35 anos; e Charles Andrey Souto Silva, 44 anos.
O incêndio
O incêndio na Peniten-ciária de Marília começou no fim da tarde de terça-feira, por volta das 17h, após um dos detentos atear fogo nos próprios pertences no setor de inclusão.
A fumaça tóxica causada pelo fogo se espalhou rapidamente e resultou nas mortes de sete detentos e deixou outros 12 feridos, entre eles, cinco agentes penitenciários.
Agentes penitenciários iniciaram o combate às chamas até a chegada do Corpo de Bombeiros e do Samu. Equipes do Baep e da Força Tática apoiaram o resgate e a evacuação da área.
No registro policial, consta que o detento que causou o incêndio estava no setor da inclusão, onde o fogo começou, por “motivos de indisciplina”. No local, o preso permanece na cela e só pode sair para “atendimentos, banho de sol ou situações específicas”.
No sistema prisional, o setor da inclusão, também chamado de triagem ou admissão, é usado para abrigar presos recém-chegados ou que precisam ser separados temporariamente dos demais internos.
À polícia, o diretor não soube informar se o preso estava sozinho, mas acredita que havia outros detentos na cela. Ele relatou ainda que 14 presos estavam no setor da inclusão e que alguns foram resgatados já desacordados por causa da fumaça.
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