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(*) Osvaldo Teruo Morinaga
16/01/2026 - Conhecemos muito pouco da nossa História. Como uma colcha de retalhos organizamos a presença do ser humano na Terra com pedaços que aos poucos vamos encaixando lado a lado, dando uma aparência de um quebra cabeças a ser montado.
Desde os tempos remotos da Humanidade, quantas civilizações diferentes se alternaram para nos deixar os conhecimentos que possuímos hoje? Vivemos confiando nos antigos escritos que dão uma leve compreensão dos poderes do pensamento e das conquistas científicas.
Ao analisar o passado, nos parece que tudo é muito recente. Ao analisarmos o que hoje é corriqueiro e que parece que sempre existiu, não nos damos conta de que cada conquista trilhou um caminho árduo de acertos e erros para ser o que hoje conhecemos.
O mundo percorre a sua rota traçada pela Natureza ou por um Ser Superior, o Criador de tudo que existe e nada pode frear o seu movimento. Há relatos ou suposições de que o ser humano está se depurando, deixando a maldade para trás e caminhando para um ideal mais harmonioso e menos violento.
Nada prova essa teoria. A cada avanço científico o ser humano envereda por caminhos cheios de bifurcações e acaba tomando a trilha mais equivocada. O que resulta em sofrimentos e necessidade de correções. Quantas civilizações se ergueram e desapareceram sem deixar para a posteridade os seus descobrimentos e a sua cultura refinada?
O tempo se encarregou de diluir todas as pistas, destruir seus monumentos e suas crenças. O que vemos nesse imenso mundo como relíquias das antigas civilizações são apenas pontas dos icebergs que ocultam nas profundezas destruídas pela sucessão de povos, cada qual construindo e deixando se destruir.
É inadmissível acreditar que as antigas pirâmides do Egito foram construídas pelos remanescentes do atual povo na sua escala de antiguidade. O atual mundo não conhece uma ínfima parte da História da Humanidade e não estamos construindo nada que perdure por milênios.
As transformações são necessárias para reciclar o poder de compreensão de cada povo. Não temos o direito de duvidar da inteligência dos povos antigos, na sua interminável saga em busca de uma cultura maior, das respostas escondidas nas dobras do tempo a serem desvendadas pelas culturas sucessoras.
Ninguém é eterno para vislumbrar as milhares de gerações que nos doou os conhecimentos que agora utilizamos. Nada é novo na face desse planeta. Os conhecimentos se repetem e se perdem e são recuperados parcialmente em pequenas peças que se encaixam formando um todo ainda incompleto para a compreensão da atual mente humana.
A Natureza é pródiga em demonstrar o efeito das mudanças sobre os seres viventes. A adaptação rápida é necessária, sob o risco de extinção dos mais lentos e mais fracos. Vivemos um tempo de glória onde dizem que ninguém sofre com a fome e convivemos com todos os recursos necessários para a manutenção de uma vida saudável.
Nunca podemos nos esquecer de conservar a diversidade. Diversidade em todos os sentidos. A diversidade vegetal está sendo sacrificada em nome do aumento da produtividade. Sem a diversidade o bioma não cria recursos para combater algum mal previsível ou desconhecido. A monocultura expandida é foco para o aparecimento de pragas que poderão extinguir uma espécie pouco protegida. A criação de gado em grande escala produz proteína animal para grande parte de uma população cada vez mais crescente. Para as grandes produções se faz necessário destruir a biodiversidade, tanto animal como vegetal.
As transformações naturais se manifestam e a sustentabilidade dessa maneira de se produzir pode entrar em colapso se nesse ritmo as condições climáticas forem transformadas de maneira que os exploradores da Natureza não sobreviverão às mudanças drásticas.
Ocorre ainda a necessidade das mudanças nos pensamentos das populações que convivem com a presença de litígios militares e políticos que os fazem fabricarem, comercializarem e utilizarem armas de alto poder destrutivo. As vítimas sempre serão os inocentes e os menos preparados. As guerras nunca trouxeram mudanças positivas sem o sacrifício da parte perdedora. Temos que investir em mudanças para melhor, para a paz, para a manutenção de um mundo livre de lixo tóxico, pensamentos desvirtuados e decisões catastróficas. Ainda há tempo para mudar, depende só de nós.
(*) Osvaldo Teruo Morinaga - osvaldomorinaga@gmail.com
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