Na Páscoa, comércio aposta em aumento nas vendas de ovos de chocolate

Economia


25/03/2026 - Para muitos, principalmente as crianças, a Páscoa lembra ovos de chocolate, que neste período do ano lotam os estoques de supermercados e outros estabelecimentos. A aposta do comércio é em uma expressiva alta nas vendas.
A Páscoa este ano vai cair no próximo dia 5 de abril, domingo da semana que vem. Por isso, as vendas começam a deslanchar, principalmente porque as crianças, em especial, ficam esperando o seu presente, que certamente é um ovo de chocolate, mesmo que não seja tão grande como muitas sonham.
O consumidor já sabe que é preciso pesquisar. Dependendo do estabelecimento e marca, é possível conseguir alguma economia, porque os preços este ano continuam “salgados”.

Tradição
Antes do Cristianismo, povos persas e chineses trocavam ovos reais, decorados, para celebrar a chegada da Primavera e a vida. O ovo passou a simbolizar o sepulcro vazio e a ressurreição de Jesus, simbolizando a vida que rompe a casca.
No século XVII, confeiteiros franceses iniciaram a substituição dos ovos de galinha por ovos de chocolate. A produção em massa, consolidada nos séculos XIX e XX, transformou os ovos de chocolate em uma tradição comercial popular, simbolizando a partilha e a celebração. 

A data
Páscoa é a festa que marca o início do calendário bíblico de Israel e delimita as datas de todas as outras festas na Bíblia. Páscoa (Pêssach, em hebraico) significa literalmente “passagem” (pois o Senhor “passou” sobre as casas dos filhos de Israel, poupando-os. Ex 12:27). 

É uma festa instituída por Deus como um memorial para que os filhos de Israel jamais se esquecessem que foram escravos no Egito, e que o próprio Deus os libertou com mão poderosa, trazendo juízo sobre os deuses do Egito e sobre Faraó (Ex 12). 
Páscoa fala de memória, de identidade.  O povo de Israel foi liberto do Egito para poder servir a Deus e ser luz para as nações. Páscoa é uma festa instituída para que jamais Israel se esquecesse quem foi, quem é e o que deve ser. Da mesma forma, todos os que são discípulos do Mashiach são co-herdeiros e co-participantes das promessas e das alianças dadas por Deus a Israel, pois através do Evangelho foram enxertados em Israel e são parte do mesmo corpo (judeus e não-judeus), a Família de Deus (Ef 3:6).
Daí, conforme o ensino apostólico em I Co 5:8, os discípulos de Yeshua não-judeus podem e devem também celebrar este memorial. O simbolismo da Páscoa é parte da mensagem no Novo Testamento, e toda a obra da Cruz se baseia no evento da Páscoa judaica. Yeshua não apenas é morto em Páscoa, mas ele simboliza o próprio Cordeiro pascal (I Co 5:8), que tira o pecado do mundo (Jo 1:29) e cujo sangue nos liberta, nos resgata da escravidão do pecado e nos sele como Seus filhos.

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