São Paulo aposta em Cotia, e técnico argentino Hernán Crespo recebe novos reforços para Brasileirão

Esportes


29/01/2026 - O técnico Hernán Jorge Crespo não conseguiu todos os reforços desejados no mercado, mas deve ganhar opções caseiras no São Paulo para suprir lacunas. Com o fim da Copa São Paulo de Futebol Júnior, em que o tricolor foi vice-campeão após derrota para o Cruzeiro, alguns jovens de Cotia passam a entrar no radar do treinador argentino.
Nomes como Nícolas Bosshardt e Paulinho, tratados internamente como as principais promessas da base, serão integrados de forma definitiva ao elenco profissional. Nícolas Bosshardt, inclusive, já treina diariamente no CT da Barra Funda desde o início do ano. Paulinho, por sua vez, se recupera de uma lesão no joelho sofrida na final da Copinha, mas também permanecerá fixo no grupo principal, até pela questão da idade.
Outros atletas também são observados de perto. Pedro Ferreira ganhou destaque recente ao dar uma assistência para Jonathan Calleri na partida contra a Portuguesa de Desportos, o que reforçou seu nome entre as opções avaliadas pela comissão técnica.
A ideia da diretoria e da comissão técnica é promover entre cinco e seis jogadores da base. Para a lateral direita, Igor Felisberto, que tem contrato até 2029, aparece como uma das possibilidades consideradas por Hernán Jorge Crespo.
Além deles, o treinador segue analisando outros talentos de Cotia. Isac, Tetê e Matheus Ferreira, que também chamaram atenção na Copinha, estão no radar do clube. A avaliação interna é de que o trio tem potencial, mas ainda pode precisar de um período maior de amadurecimento antes de uma afirmação no profissional.
O tricolor terá uma sequência dura pela frente. Ontem à noite o CR Flamengo foi o primeiro adversário. O calendário está apertado e isso tem sido discutido internamente.

Diretoria quer ter postura diferente com Cotia

Muitos dos atletas que estão na mira da comissão técnica do elenco profissional já despertam interesse no mercado, como é o caso de Nicolas Bosshardt. A partir do momento em que passam a integrar o time principal, é comum que o assédio de outros clubes se intensifique.

No ano passado, um dos temas mais controversos da então gestão de Júlio César Casares foi justamente a negociação de jogadores por valores considerados abaixo do mercado. À época, o discurso adotado pelo clube era de que as vendas faziam parte de um movimento necessário para equilibrar as contas.

Com Harry Massis à frente do comando e mudanças na cúpula diretiva, a postura tende a ser diferente. A ideia do São Paulo, se houver necessidade de negociar, é buscar propostas mais vantajosas e que façam mais sentido esportivo e financeiro para o clube.

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