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14/04/2026 - Quando um time tem uma apresentação de baixo nível, é comum dizer que mostrou um desempenho “obsceno”, pois o futebol jogado esteve abaixo de parâmetros aceitáveis. Pelo que vem acontecendo no Brasileiro, o Corinthians está tentando transformar a metáfora em algo literal — a pouca-vergonha não se restringe a algumas atuações.
Vamos aos fatos e, especialmente, ao gesto. No dérbi de domingo, o volante corinthiano André recebeu cartão vermelho por uma atitude obscena. No caso, após sofrer falta, ele segurou as suas partes íntimas para afrontar um adversário. E mais indecente ainda é o fato de o Corinthians ser reincidente na maliciosa transgressão, pois o mesmo já havia sucedido com Allan, contra o Fluminense, dias atrás. Deve ser um caso único no mundo. A continuar assim, a tendência é que os próximos jogos do Corinthians sejam recomendados apenas para maiores de 18 anos.
Além da flagrante imoralidade, capaz de abalar tanto a família brasileira quanto os operadores do VAR, o clássico contra o Palmeiras teve praticamente de tudo, exceto futebol. Linhas de empinar pipa precisaram ser retiradas do campo. Um porco de pelúcia foi lançado no gramado. Matheuzinho recebeu outro cartão vermelho, deixando o time com nove em campo quando faltavam mais de vinte minutos. Um possível pênalti para o Palmeiras sequer foi revisado. Houve troca de agressões na região dos vestiários, com os dois clubes acusando funcionários rivais. E o mais grave: o clube alviverde afirma que o goleiro Carlos Miguel foi alvo de ofensas racistas (o Corinthians se solidarizou com o atleta adversário e afirmou que busca identificar o responsável).
Ou seja, era um dérbi válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas parecia uma combinação de fim do mundo com passeio de fim de semana em Sodoma e Gomorra. Diante das demonstrações caricatas de virilidade e de tamanha falta de compostura, o jogo praticamente ficou em segundo plano, também porque os eventos com a bola rolando não mereceram grande destaque. Nesse caso, o problema foi exatamente o excesso de pudor: houve muita competitividade e praticamente nenhuma capacidade criativa, de ambos os lados.
Após o gesto impulsivo e acintoso de André, ficou prejudicada qualquer análise sobre as ideias que Fernando Diniz pudesse tentar colocar em prática — e um clássico seria uma oportunidade interessante para testar esses conceitos em uma fase inicial de trabalho. A impressão sobre o Palmeiras resultou ainda pior: com dois a mais em campo, não conseguiu construir praticamente nada, entregando-se à afobação de cruzamentos desatinados e chutes de média distância que refletiam o desespero do time e encontraram em Hugo Souza um cinto de castidade alvinegro.
Um clássico é feito, também, de suas circunstâncias. Portanto, é óbvio que os corinthianos estão autorizados a comemorar o empate em casa, pois resistiram ao forte rival mesmo com nove jogadores em campo — e o ponto positivo, em termos de desempenho, foi justamente a organização defensiva que diminuiu o dano causado pelas expulsões.
E a vitória épica não veio apenas porque Yuri Alberto desperdiçou a melhor chance do jogo, já na parte final. Ou seja, diferente do gesto de André, a atuação não teve nada de obscena. Na verdade, apresentou classificação indicativa recomendada até para os corinthianos mais recatados.
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