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(*) Adriano de Oliveira
09/01/2026 - O bullying não é uma “brincadeira da idade” nem algo que deva ser minimizado com frases como “isso sempre existiu”. Trata-se de uma forma de violência repetitiva, intencional e silenciosa, que atinge profundamente o desenvolvimento emocional de crianças e adolescentes.
No ambiente escolar, o bullying pode aparecer por meio de apelidos pejorativos, humilhações públicas, exclusão social, ameaças ou agressões físicas. Já o cyberbullying, uma forma ainda mais recente e cruel, acontece por meio das redes sociais, mensagens, grupos virtuais e exposição indevida de imagens ou comentários. Diferente do bullying tradicional, ele não termina ao sair da escola: invade a casa, o quarto e a intimidade do adolescente, funcionando 24 horas por dia.
As consequências emocionais são sérias e muitas vezes invisíveis. Ansiedade, tristeza persistente, queda no rendimento escolar, isolamento social, irritabilidade, baixa autoestima e, em casos mais graves, sintomas depressivos e ideação suicida podem surgir. Muitos adolescentes sofrem em silêncio por medo, vergonha ou por acreditarem que ninguém irá levá-los a sério.
É importante que pais e responsáveis estejam atentos a mudanças de comportamento. Um adolescente que antes era comunicativo e passa a se isolar, evita a escola, demonstra medo excessivo, alterações no sono ou no apetite, ou se torna mais agressivo, pode estar pedindo ajuda sem conseguir verbalizar.
No ambiente digital, o cuidado precisa ser redobrado. Conversar sobre o uso responsável das redes sociais, estabelecer limites, acompanhar sem invadir e, principalmente, manter um espaço de diálogo aberto são atitudes fundamentais. Proibir sem escutar ou minimizar o sofrimento pode afastar ainda mais o adolescente.
Também é essencial lembrar que o bullying envolve não apenas quem sofre, mas também quem pratica e quem assiste. O agressor, muitas vezes, reproduz violências que vive ou não sabe lidar com suas próprias emoções. Já o silêncio de quem observa fortalece o ciclo da agressão.
Combater o bullying e o cyberbullying exige envolvimento da família, da escola e da sociedade. Mais do que punir, é preciso educar emocionalmente, ensinar empatia, respeito às diferenças e oferecer apoio psicológico quando necessário.
Falar sobre isso salva vínculos, protege vidas e constrói adolescentes emocionalmente mais saudáveis.
Que possamos ter um 2026 com acolhimento, cuidado e amor.
(*) Adriano de Oliveira,
psicólogo clínico e neuropsicólogo -
CRP: 06/150383
Instagram: @psicologoadrianodeoliveira
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