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30/03/2026 - A chegada do Outono costuma trazer temperaturas mais amenas e clima agradável em muitas regiões do País. Mas, junto com essas mudanças, surge um fenômeno que impacta diretamente a saúde respiratória: a queda da umidade do ar.
Quando o ambiente fica mais seco, o organismo sente rapidamente os efeitos — especialmente no nariz e na garganta, estruturas que funcionam como a primeira linha de defesa do sistema respiratório.
Segundo a otorrinolaringologista Anike Nascimbem, do Hospital Paulista de Otorrinolaringologia, a combinação entre ar mais seco, temperaturas mais baixas e maior permanência em ambientes fechados cria um cenário propício para o aumento das queixas respiratórias.
“Com a diminuição da umidade do ar, as mucosas do nariz e da garganta ficam mais ressecadas. Ao mesmo tempo, as pessoas passam mais tempo em locais fechados, o que favorece a circulação de vírus e bactérias. A soma desses fatores contribui para o aumento das doenças respiratórias durante o Outono”, explica.
Umidade baixa
compromete a defesa natural do nariz
O nariz possui um mecanismo sofisticado de proteção: a mucosa nasal produz muco e conta com pequenos cílios microscópicos responsáveis por transportar impurezas, partículas e micro-organismos para fora das vias aéreas.
Quando o ar está muito seco, esse sistema começa a perder eficiência. “As secreções nasais ficam mais espessas e a limpeza natural da mucosa ocorre de forma mais lenta. Isso facilita o acúmulo de muco e pode favorecer a proliferação de vírus e bactérias”, afirma a especialista.
Esse processo aumenta o risco de infecções respiratórias e também favorece crises de doenças alérgicas.
Quem sofre mais
com o tempo seco?
Alguns grupos costumam sentir mais intensamente os efeitos da baixa umidade do ar. Entre eles estão: crianças, idosos, pessoas com rinite alérgica, e pacientes com asma.
Nesses casos, os sintomas podem aparecer com mais frequência ou intensidade.
Entre os sinais mais comuns estão: espirros frequentes, tosse seca, coceira no nariz e nos olhos, sensação de garganta seca ou irritada, congestão nasal, e aumento de crises de rinite e sinusite.
De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde, cerca de 30% da população mundial sofre com algum tipo de rinite, condição que tende a piorar em períodos de clima seco ou maior exposição a alérgenos.
Mais tempo em
ambientes fechados
Outro fator importante no Outono é o comportamento das pessoas. Com temperaturas mais baixas, é comum permanecer mais tempo em ambientes fechados, muitas vezes com ventilação reduzida.
Esse cenário favorece a circulação de vírus respiratórios e aumenta a chance de transmissão de doenças como resfriados, gripes e sinusites virais.
Além disso, a presença de poeira, ácaros e poluentes em locais pouco ventilados pode agravar sintomas alérgicos.
Cuidados simples
que ajudam a proteger as vias aéreas
Algumas medidas cotidianas podem ajudar a reduzir os efeitos do clima seco sobre o sistema respiratório.
Entre as principais recomendações estão: aumentar a ingestão de água ao longo do dia, realizar lavagem nasal com soro fisiológico, manter ambientes ventilados sempre que possível, utilizar umidificadores de ar ou recipientes com água em locais muito secos, e evitar exposição excessiva à poeira.
“A lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a manter a mucosa hidratada e favorece a eliminação de secreções e impurezas. Aliada a uma boa hidratação e à umidificação do ambiente, essa medida pode ajudar muito na prevenção de irritações e complicações respiratórias”, orienta a médica.
Quando procurar avaliação médica?
Embora muitos sintomas sejam leves e temporários, alguns sinais indicam a necessidade de avaliação especializada.
Entre eles estão: congestão nasal persistente, secreção nasal espessa ou com odor, dor facial, febre associada a sintomas respiratórios, e crises alérgicas frequentes.
Nessas situações, a avaliação de um especialista pode ajudar a identificar infecções, alergias ou outras condições que exigem tratamento específico.
“Com medidas simples de prevenção e atenção aos sintomas, é possível atravessar o período mais seco do ano com muito mais conforto respiratório”, conclui a especialista.
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