Apeoesp: Subsede de Tupã esteve presente no Conselho Estadual de Representantes

Geral


06/02/2026 - No último dia 31 de janeiro, os professores Edivaldo De Marchi, coordenador da subsede da Apeoesp de Tupã, e o professor Vagner Roberto Franco Godoi, conselheiro estadual, participaram de importante reunião na cidade de São Paulo, onde quatrocentos e cinquenta professores representantes de todas as regiões do Estado de São Paulo discutiram e definiram as seguintes ações:

- Ato na Praça da República, dia 11 de fevereiro, próxima quarta-feira, às 16 horas;
- Assembleia no dia 6 de março, às 16 horas, na Avenida Paulista, seguida de caminhada até a Praça da República.

Frente ao autoritarismo do governo estadual, é necessária a correta aplicação do reajuste de 5,4% do piso salarial nacional no salário base, com repercussão em toda a carreira.
“Da mesma forma, queremos a aplicação correta da jornada do piso, composta em aulas e não em somatória de horas e minutos. Queremos também que seja cumprida a lei do descongelamento do tempo de serviço da pandemia e que o governo Tarcísio pague os valores retroativos”, disse o professor Edivaldo De Marchi.

O coordenador da Apeoesp criticou ainda a “atribuição de aulas ultrajante e inaceitável, e o autoritarismo e a política de desmonte, fato que deixa milhares de professores efetivos e estáveis sem aulas (adidos) e outros milhares de professores da categoria O sem aulas”. 
De acordo com De Marchi, “esse cenário resulta de uma série de medidas, decretos, resoluções, por-tarias entre elas: avaliação de desempenho, fechamento de classes no noturno, reorganização escolar, resolução 8, que deixa professores da categoria O sem aulas por 3 anos, redução de 35% das aulas nas áreas de humanas, e outras. “São medidas inaceitáveis”, enfatizou.

Contra essas medidas, a Apeoesp atua em todas as frentes: paralisações, atos, pressão direta sobre a Seduc e ações judiciais. “Nesse sentido, minimizamos alguns ataques e conseguimos conquistar a atribuição de aulas presencial, com fiscalização das subsedes nas regiões. Mesmo assim o sistema veio repleto de falhas, lentidão e até mesmo exclusões”.

O coordenador lembrou que “outro problema a ser enfrentado e que foi amplamente discutido no C.E.R. foi a intenção do governo Tarcísio de destruir e privatizar os serviços de políticas públicas e assim destruir também os direitos do funcionalismo público através do Projeto de Lei 1316/2025 enviado para a Alesp, que trata de uma reforma administrativa da educação, que amplia a avaliação de desempenho e acaba com a estabilidade. “Na assembleia que acontecerá no dia 6 de março, na Avenida Paulista, poderá ser votada proposta de greve da categoria”, finalizou Edivaldo De Marchi.

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