POWER POINTS: As derrotas da cultura woke

Geral


(*) Roberto Musatti 

27/02/2026 - Estes últimos dias de fevereiro foram uma sucessão de derrotas na cultura woke da extrema esquerda globalista mundial. Os eventos ocorreram num pequeno espaço de dias com editoriais, comentários e opiniões que traduziam uma mistura de frustração, raiva e desespero. Exemplo disso foi a página UOL da internet, para onde convergem pensadores desta corrente woke, com editorial da 'jornalista' Millie Lacombe criticando a vitória da equipe americana de Hockey no Gelo nas Olimpíadas de Inverno na Itália, cujo titulo dá uma pista do conteúdo: "Time masculino de hóquei dos Estados Unidos transforma o ouro em vergonha".
 Currículo de Millie: É uma ativista feminista, homossexual, globalista, férrea defensora da cultura woke e ácida crítica de valores tradicionais conservadores como família, pátria e nacionalismo - que como todos seus pares chama de características nazi- fascistas. Após sua formação acadêmica na FAAP em SP, foi fazer um curso de pós na UC Sta. Barbara em Marketing, uma das componentes da Universidade da Califórnia, conhecida por suas  tendências de esquerda - como tão radical quanto a UC Berkeley. Em 2025 foi 'desconvidada' de uma Feira Cultural em S.J. dos Campos por um artigo com fortes criticas à  família brasileira por não ser "inclusiva". 
O evento esportivo:  Quatro esportes coletivos são os mais populares nos EUA: futebol americano, basquete, beisebol e hockey, desde o High School (2º Grau), nas universidades até o profissional. O primeiro é disputado apenas nos EUA e só masculino. O basquete com disputas internacionais onde os Dream Teams quase sempre ganham. O beisebol embora seja disputado em outros países, também é um esporte de poucas disputas  internacionais. Sobra o hockey - de ambos os sexos - esporte olímpico onde os EUA são um "patinho feio", pois quase sempre eram derrotados quando a Olimpíada só aceitava atletas amadores, neste caso - universitários contra os 'profissionais disfarçados' dos países comunistas e nórdicos. Foram campeões olímpicos só 2 vezes, a última na Olimpíada de 1980 em Lake Placid, NY, que virou até filme. Assim como no futebol, basquete, vôlei e tênis, os campeonatos femininos têm menos prestigio entre os torcedores. Parecia que 2026 na Itália seria mais uma repetição da frustração americana: o Canadá tinha o melhor time, o melhor jogador do mundo, foram 9 vezes campeões olímpicos, 6 gols de média por partida, sofrendo apenas 1. Às 04:00 horas  da fria madrugada de domingo, milhões de americanos grudaram nas telas e telões em todo o pais. Era a Copa do Mundo dos EUA em bares, restaurantes e em casa. Resumo do jogo dramático: goleiro americano fez 45 defesas, fechando o gol que foi vazado só uma vez. Jack Hugues marcou o Golden Gol na prorrogação após quase ser cortado da seleção, ter a boca e dentes machucados por uma tacada canadense e se recusado a abandonar o jogo. A nação inteira comemorou após uma espera de 46 anos, numa explosão de patriotismo e orgulho nacional. Na foto oficial do time, jogadores foram buscar 2 crianças - Noa e Johnny Junior para participarem, assim como a camisa 13 do pai, o jogador Gaudreau, morto 1 ano antes por um motorista bêbado. Até os canadenses aplaudiram. No vestiário comemoraram (como se faz no futebol) com o convidado diretor do FBI (segurança acompanha os times desde o ataque dos terroristas árabes na Olimpíada de Munique). O presidente Trump, apesar da hora, ligou para os atletas ainda no vestiário para parabenizá-los e como um torcedor emocionado, os convidou para almoçar na Casa Branca na terça-feira e ir à cerimônia do "Estado da União" no Congresso americano - a mais importante do ano. No discurso apresentou os jogadores que receberam aplausos de pé dos congressistas de todas as vertentes - Democratas (esquerda) e Republicanos (direita). 
 Millie descreveu essa intensa comemoração emocional nacional que em tudo lembrou nossas conquistas na Copa de Mundo e nos domingos de madrugada com Ayrton Senna: a comemoração no vestiário foi definida como "cerimônia masturbatória com a participação do presidente, um debochado macho alfa de tendências fascistas e totalitárias que tem desprezo pelas mulheres" - por Trump ter convidado as jogadoras da seleção vitoriosa um dia antes, apenas após a vitória masculina. A comemoração no gelo - "uma vergonha, um infame episódio"- provavelmente por ser um time de homens brancos, heterossexuais e com suas bem estruturadas famílias presentes. A família Hugues teve 2 jogadores na seleção - o atacante Jack e o defensor Quin - e a mãe Ellen na comissão técnica feminina. Para piorar para a esquerda globalista woke, os três são judeus, num momento em que as comunidades judaicas em todo mundo são atacadas por um movimento financiado por globalistas (Soros), pelos radicais islâmicos Qatar e Irã e a extrema esquerda mundial. 
Millie lembra outra 'jornalista' da Folha - UOL, Barbara Gancia, de currículo semelhante que saiu de cena após comentários absurdos contra Laura, a filha ainda menor do presidente Bolsonaro e sobre a 3ª idade. Parecem ser pessoas infelizes que não conseguem ver o lado positivo, tanto de acontecimentos como de seus personagens, flutuando num imaginário ruim e podre influenciado por uma fixação de que o mundo gira em torno exclusivamente das preferências sexuais, direitos femininos e da minoria LGBT+. 


(*) Roberto Musatti, economista (USP), mestre em marketing (Michigan State University),
doutor em marketing (CIBU- San Diego)

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