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(*) Jesus Guimarães
06/04/2026 - Antes de ser senador, Flávio Bolsonaro foi deputado estadual no Rio de Janeiro. Ganhou destaque defendendo o endurecimento penal, criticando cotas raciais e pautas de segurança pública, contudo escondia um comportamento nada republicano.
Enquanto deputado homenageou policiais investigados ou presos por envolvimento com milícias, chegando a condecorar com a Medalha Tiradentes o famoso Adriano da Nóbrega, ex-capitão do BOPE e apontado como líder do Escritório do Crime. Durante esse tempo, Flávio Bolsonaro empregou em seu gabinete a mãe e a esposa do homenageado.
Durante seus quatro mandatos especializou-se em faturar alto com o sequestro de 60% a 90% dos salários dos assessores que comissionava em seu gabinete, até o limite de 40 nomeações e de uma verba mensal de R$ 160.000,00. Essa mamata foi investigada durante a Presidência do pai, Jair Bolsonaro, e por presumíveis pressões vindas do alto, o caso manteve-se engavetado até hoje.
O envolvimento do pré-candidato Flávio com o crime organizado no Rio era anunciado por ele mesmo, pois, da tribuna na Assembleia, discursava cobrando reconhecimento do trabalho prestado pelas milícias no "combate ao tráfico de drogas" (sic).
Como senador, sugeriu recentemente que o governo norte-americano bombardeasse barcos na Baia da Guanabara para matar traficantes, tal como fez no Caribe, com pescadores venezuelanos; nesse final de semana, em solo americano, ofereceu aos EUA nossos minerais críticos e terras raras para que possam livrar-se da dependência que têm da China nesse sentido. Emocionado, chegou a profetizar que o Brasil (se ele for eleito) será a solução para o futuro de glória do império ianque.
Em passado recente, aplaudiu as injustificadas super tarifas impostas por Trump ao Brasil, após articulação de seu irmão Eduardo junto à Casa Branca. A rigor, trata-se de mais um membro da família Bolsonaro a trair descaradamente os interesses da pátria brasileira.
As manifestações do inepto senador não repercutiram bem inclusive em setores da direita, sobretudo aos ligados ao capital financeiro. O Estadão fez críticas, a Globo torceu o nariz. Um irresponsável desse quilate, xaropão como o pai, seria, na Presidência da República, um sério risco até para seus próprios aliados.
(*) Jesus Guimarães é professor, bacharel em Direito, funcionário aposentado
do BB e ex-prefeito de Tupã
E-mail: zuguim@uol.com.br
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