Doença mão-pé-boca: Surto preocupa pais e escolas em Tupã

Geral


27/04/2026 - Um surto da doença mão-pé-boca preocupa pais e profissionais de escolas e creches em Tupã. A orientação é simples: como se trata de um vírus altamente transmissível, a criança com os sintomas não deve ser levada para a creche ou a escola.
Os pais devem ficar alertas, no caso de detectar alguns dos sintomas da doença. Isso ajuda a reduzir a proliferação do vírus e os seus transtornos. Nas escolas, sempre que os profissionais detectarem sinais, devem pedir aos pais para que retirem seus filhos.

A doença mão-pé-boca é uma infecção viral contagiosa comum, principalmente em crianças menores de 5 anos, causada por enterovírus (geralmente Coxsackievirus). Provoca febre, feridas dolorosas na boca e bolhas nas mãos e pés, com duração de 7 a 10 dias. Não há tratamento específico, focando-se no alívio dos sintomas, hidratação e isolamento. 

Os principais sintomas e características da doença são:

- Fase inicial: febre alta, mal-estar, dor de garganta e falta de apetite.
- Fase de lesões: Após 1 a 2 dias, surgem manchas vermelhas que evoluem para pequenas bolhas com base cinzenta na boca (aftas dolorosas), palmas das mãos e solas dos pés.
- Locais - podem aparecer também nas nádegas e região genital.
- Duração: geralmente desaparece sozinha em cerca de 7 a 10 dias.

Transmissão e 
prevenção

A transmissão ocorre por meio fecal-oral, tosse, espirro, saliva e contato direto com bolhas ou fezes de pessoas infectadas. A doença é altamente contagiosa, especialmente na primeira semana.

A prevenção é simples, bastando lavar as mãos com frequência, desinfetar superfícies e objetos (brinquedos) e afastar a criança da escola/creche até a cicatrização das lesões. 
É importante saber que não existe medicação específica, sendo que o tratamento foca em aliviar os sintomas. No máximo, podem ser usados analgésicos e antitérmicos para febre e dor, mas sob orientação médica.
Os pais devem oferecer muitos líquidos (água, água de coco, sucos) para as crianças. E alimentos pastosos, frios ou mornos (sorvetes, gelatinas) para facilitar a deglutição, evitando alimentos ácidos ou picantes.
Os pais devem procurar ajuda médica se a febre persistir por mais de 3 dias, houver desidratação ou se a criança ficar muito prostrada. 

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