Caso de exposição de fotos íntimas em grupo no Telegram tem vítimas na região

Policial


12/03/2026 - A Polícia Civil investiga a divulgação de fotos de cunho sexual em um grupo no aplicativo Telegram que teria cerca de 900 integrantes e já soma 31 vítimas em várias cidades da região, incluindo mulheres de Adamantina e Osvaldo Cruz, entre outras cidades.
O caso é apurado pela Delegacia de Defesa da Mulher de Adamantina e corre sob segredo de Justiça. Segundo as investigações, foram divulgadas fotos reais das vítimas e também imagens possivelmente manipuladas com uso de inteligência artificial.
Além da exposição das imagens, o grupo também publicava comentários ofensivos e degradantes contra as mulheres. 
A Polícia Civil investiga crimes como importunação, difamação e divulgação de pornografia, incluindo possível violação do Estatuto da Criança e do Adolescente caso haja material envolvendo menores de idade.
Informações extraoficiais dão conta que um morador de Flórida Paulista é apontado como um dos possíveis envolvidos do caso.
As vítimas seriam de diversos municípios, entre eles Campinas, Flórida Paulista, Pacaembu, Lucélia, Pracinha, Marília, Osvaldo Cruz e outras cidades da região.
Na Polícia Civil, foi aberto o inquérito para apurar crimes de importunação, difamação e divulgação de cena de pornografia, previstos na legislação penal.
Um dos enquadramentos analisados é o artigo 241-A do Estatuto da Criança e do Adolescente, que trata da divulgação de material envolvendo menores de idade.
O caso que gerou grande repercussão em toda a região, inclusive em Flórida Paulista, envolve tanto vítimas maiores quanto menores de idade, o que torna a investigação ainda mais delicada.
Entre os pontos mais graves analisados está a possível participação de diversas pessoas na produção e no compartilhamento de vídeos, além da divulgação de fotos em grupos, o que ampliou o alcance do material. A polícia ainda trabalha para identificar todos os envolvidos.
As diligências continuam para identificar outros possíveis envolvidos e vítimas relacionadas ao caso que podem entrar em contato com a Polícia Civil através da delegacia mais próxima.

 

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