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16/1/2024 - Tupã tem pelo menos oito prédios que ajudam a contar grande parte de sua história, mas que hoje permanecem sem uso, se tornando verdadeiros “elefantes brancos”. Esses espaços poderiam ser melhor utilizados, seja pelo poder público ou iniciativa privada, na prestação de diversos serviços, ou para a instalação de novas empresas, colaborando com o desenvolvimento do município.
Vale lembrar que alguns desses prédios estão bem localizados, inclusive, na principal região comercial da cidade. Um desses prédios é o da antiga Faculdade Esefap. O prédio que está localizado no quarteirão entre as ruas Mandaguaris, Caetés, Nhambiquaras e Avenida Tamoios possui ampla estrutura para receber diversas atividades. O complexo está à venda, com a expectativa de que surjam interessados.
Um outro local, que ainda continua na mira de especuladores imobiliários, é o da antiga Clínica de Repouso Dom Bosco, na Rua Mandaguaris. O prédio que funcionava como um antigo hospital psiquiátrico fechou as portas e continua à disposição do mercado imobiliário para futuros investimentos.
Ainda próximo dali, na Rua Nhambiquaras, também se encontram dois prédios históricos que estão fechados. Um é o da antiga casa de eventos “Aurea”, que foi destruído em um incêndio e, ao lado, o da antiga Casa de Cultura “Altino Martinez”. Esses dois espaços possuem uma ampla estrutura, estão bem localizados, mas, mesmo assim, não atraem o interesse de novos investidores.
Outro prédio histórico que continua sem previsão de investimento é o da antiga Escola “Buarque de Macedo”, na esquina das ruas Chavantes com Tupis. O espaço, que possui uma ampla estrutura, se encontra hoje depredado.
A cidade também conta com um outro prédio particular, o da antiga Coplap. Mas neste caso o prédio é usado parcialmente pelo poder público, que instalou no local a sede da Secretaria Municipal de Esportes. O prédio onde funcionava o antigo “clubinho da Coplap” continua sem uso.
Vale lembrar que, após o fechamento da antiga Granol, nos altos da Rua Aimorés, parte desse amplo espaço está sendo utilizado por uma empresa de nutrição animal para armazenamento de seus produtos.
Ainda, o antigo prédio do IPT (Instituto de Psiquiatria Tupã) especulado pelo mercado imobiliário para criação de um projeto residencial, continua à espera de investimento. Apesar das especulações em relação ao futuro do prédio, o local que também foi parcialmente destruído em um incêndio, continua sem uso.
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